A era de glória do São Paulo nos últimos anos se transformou em uma draga de títulos, hoje o time é visto como sinônimo de péssimo futebol. Talvez a equipe tenha sofrido com as conturbações fora de campo, muitas delas causadas pelo presidente Juvenal Juvêncio, que hoje impõe um "reinado" dentro do comando do São Paulo.
O primeiro grande baque da equipe são paulina foi a demissão de Muricy Ramalho em 2009, que deixou uma equipe pronta, mas talvez só ele conseguiria comandar aquela equipe com aquele plano tático. Logo depois da saída dele a equipe perdeu o bom futebol e passou a confiar nas bolas paradas, que no começo ajudaram e muito. Mas depois de algum tempo virou carta marcada e a equipe não conseguia mais obter sucesso com aquele tipo de lance. Ainda por cima o sólido sistema defensivo começou a pecar e André Dias deixou a equipe, se isso já não fosse o problema, Miranda não era mais aquele zagueiro seguro e firme que a torcida tinha se acostumado a ver.
O ano de 2009 prosseguiu e a equipe não conseguia impor o futebol que a consagrou, mesmo assim chegou a liderar o campeonato brasileiro daquele ano, isso faltando apenas 5º rodadas para o fim. A equipe era apontada como favorita ao título brasileiro e mais uma vez quebraria o recorde de maior número de conquistas seguida. Isto é seria, pois em uma partida contra o Goias em Goiânia o time foi dominado e saiu da liderança para um incomodo terceiro lugar. Na quela altura do campeonato restava somente uma rodada para o fim do campeonato e o Flamengo liderava 2 pontos, seguido de Internacional que estava a 1 ponto na frente do São Paulo. Isto sem contar que na rodada anterior, Flamengo tinham se envolvido em uma polemica, pois o Corinthians foi acusado de facilitar a vitória do Flamengo, mas do contrário que muitos esperavam a bomba não estourou na Gávea, ela estourou em São Paulo. A diretoria são paulina passou a semana trocando farpas com a diretoria corintiana, e isso deixou o clima conturbado para a "decisão".
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| Lembra dessa? Felipe não fica intacto no pênalti batido por Léo Moura. |
Como era esperado a equipe não conquistou o título, e estava em época de eleições para a presidência o clima dentro do clube não era dos melhores, jogadores deixavam o elenco, outros chegavam. Cabia a Ricardo Gomes estabelecer a paz entre os jogadores. E o técnico conseguiu estabelecer o clima de tranquilidade da equipe, inclusive voltando a mostrar um futebol agradável. Desta vez uma eliminação na Libertadores atrapalhou tudo de novo, e olha que o São Paulo no caso "caiu de pé". Depois da eliminação, Ricardo Gomes foi demitido.
Então depois da sua demissão, surgiu o novo salvador da Pátria Paulo César Carpegiani, que vinha fazendo um ótimo trabalho com a equipe do Atlético-PR. O técnico chegou e sinceramente nada foi mudado, a equipe se tornou apática e adotou uma postura de time perdedor. Isso acarretou em um ano sem Libertadores.
2011 começou e o time deixou de ser destaque e o destaque passou a ser Juvenal Juvêncio, a quem eu culpo pela atual situação da equipe. Se formos resumir o ano do São Paulo em uma palavra ela seria. Tristeza. Pois o time não produziu, as promessas não vingaram. E tudo piorou depois de uma vergonha de eleição, Juvenal Juvêncio venceu a eleição e deu inicio a seu terceiro mandato no clube, hoje a situação do São Paulo só tende a piorar, pois o dirigente diferenciado, mostrou que é tão sujo quanto os outros.
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O presidente Juvenal Juvêncio o grande culpado da crise tricolor.

